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Posts Tagged ‘Internacional’

A vida após o atentado de Nice

Posted by Fabricio Pessoa em 15 julho, 2016

Mais uma atrocidade acontece na França. Desta vez, um tunisiano jogou um caminhão contra uma multidão em Nice durante as comemorações do Dia da Bastilha, em mais um atentado terrorista. Esta tragédia, entretanto, traz à tona várias outras questões que pedem uma reflexão não apenas de franceses ou de países, mas acho que de todos nós.

1) Religião serve pra “religar”, não pra desunir: porque diachos existem líderes religiosos que colocam na cabeça de seus correligionários que uma religião é melhor que a outra? Ok, sabemos que a resposta se resume a “poder” ou a “dinheiro”. Então porque existem pessoas que se deixam levar por pregações deste tipo? Bem, aí entra uma série de variáveis, dentre as quais citamos valores familiares, culturas locais, traumas pessoas… estas são questões que precisam ser observadas, discutidas e principalmente respeitadas pela sociedade em geral.

2) A relação entre pais e filhos precisa ser valorizada: o autor do atentado era pai de três filhos. TRÊS FILHOS! E ainda assim não titubeou em deixá-los desamparados. Pior ainda, matou outros tantos pais e mães! Cada vez mais me convenço que o mundo nunca precisou tanto de um conjunto de políticas e condutas sociais centradas nas relações familiares, esta sim a única maneira, a meu ver, de revertertermos a corrosão da sociedade global.

3) É preciso ouvir as “minorias”: muitos dos movimentos sociais espalhados pelo mundo são reflexo de parcelas “minoritárias” pertencentes a grupos sociais específicos, em diversos países. Por “minoritárias”, entretanto, não devemos entender quantidades de pessoas, mas sim correntes de pensamento não predominantes. Ou seja: tais movimentos expressam o desejo de que estes grupos sejam ouvidos. E eles querem uma coisa em comum: ser respeitados. Há uma música que traduz muito este ideal: “Respect existance ou expect resistance”. Respeite a existência ou espere resistência.

4) O capitalismo precisa abrir mão de padrões: Diversos escritores consagrados apontam que é preciso repensar a atual forma de aquisição e concentração de riquezas, o que é algo extremamente difícil de acontecer uma vez que os mais “ricos e poderosos”, detentores dos meios para proporcionar estas mudanças, são justamente os que menos têm interesse em mudar este quadro. Ou eles entendem a gravidade do quadro atual e provem mudanças que melhorem a distribuição de renda, ou teremos o agravamento dos conflitos sociais por motivos socioeconômicos, o que pode sim ocorrer em todo o planeta.

5) Estamos construindo uma “nova idade média”? O Brexit virou uma realidade por conta de um medo crescente de estrangeiros. Os atentados da França vão fortalecer a extrema direita na região. Outros países estão iniciando movimentos para estabelecer controles de fronteira mais rígidos. Se essa situação continuar, e pior, se ela se agravar, será que não veremos uma retrocesso nas relações comerciais e, a partir daí, das relações pessoais?

Estas são questões que merecem uma profundíssima reflexão, e além disso precisam ser pensadas se queremos de fato ver uma transformação profunda no atual status quo. O tempo da mudança já está mais do que presente. O medo é que este tempo já se torne um “tarde demais”.

 

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A música em 2010

Posted by Fabricio Pessoa em 29 dezembro, 2010

Pois bem, fim de ano é sempre tempo de retrospectivas. No campo da música não é diferente, mas muitas coisas que aconteceram nesse ano que passou vão do surpreendente ao decepcionante. Conferindo:

– Segundo a Billboard, adivinhe qual o álbum mais vendido nos EUA em 2010? (…tempo…) Muito bem, provavelmente você errou – a vencedora nesta categoria é ninguém mais, ninguém menos que SUSAN BOYLE! Quem diria…

– Já na relação das canções mais executadas nas rádios americanas este ano, a vencedora foi a Ke$ha. Detalhe: das dez músicas mais executadas, apenas UMA está na categoria rock – a fraquinha “Hey, Soul Sister”, do Train – o que pra mim é uma triste notícia;

– Aliás, analisando as listas dos mais vendidos, ouvidos, e etc., uma constatação fica evidente: 2010 foi um ano dominado pelo pop, e está cada vez mais “teen” (o que também se verifica no Brasil, com grupos como Restart, NX Zero, e daí pra pior). Se somarmos a isso o crescimento do chamado “R&B” nas paradas, a pergunta que fica é:  será que o rock  vai seguir sempre relegado a segundo (ou terceiro, ou quarto…) plano? A resposta pra isso, infelizmente, não parece ser lá muito otimista…

– Mas nem tudo são nuvens cinzas no mundo musical:  Segundo pesquisa feita junto a diversos críticos, o último disco do Arcade Fire foi eleito o segundo melhor do ano, e além disso o excelente grupo de novatos do Mumford & Sons  (da turma do folk pop) foi indicado como uma das melhores revelações;

– No Brasil, muitos apontam como melhor álbum de 2010 o da revelação Tulipa Ruiz. Nunca ouviu? Nem eu…

– E por aqui o ano de 2010 termina tendo, como música brasileira mais executada  no momento, a “Acelera Aê”, de Ivete Sangalo, e na categoria internacional  “The Time (The Dirty Bit)”, do Black Eyed Peas;

E assim chegamos a 2011. Espero que tenhamos novidades de mais qualidade, menos escândalos e – acima de tudo – mais música de verdade, afinal de contas, a esperança é a última que morre…

 

 

 

 

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As Faces da Ganância – Parte 09 – Interesses multinacionais controlando países

Posted by Fabricio Pessoa em 7 julho, 2010

Certamente a Copa do Mundo é o mais importante acontecimento esportivo do mundo, em nossos tempos. Este evento, controlado pela FIFA, envolve muitos interesses e por isso mesmo acaba sendo tambem objeto de diversos negócios, especulações e notícias, que poderiam servir ao desenvolvimento do comércio e auxiliar no progresso social mas que, se não tratados com cuidado, podem apenas servir à ganância de poucas pessoas, interessadas somente em dinheiro e poder.

A forma com que a  FIFA trata internacionalmente das questões afeitas ao futebol, contudo, é um bom exemplo do quanto uma entidade multinacional qualquer pode ser utilizada como veículo de controle por parte de um grupo  pequeno de pessoas, ao ponto de se sobrepor até mesmo aos interesses e sistemas legais de países democráticos, por motivos que no mínimo carecem de transparência e de legitimidade, conforme veremos mais abaixo.

Durante a Copa de 2010, ocorreram dois fatos que mostram até que ponto um organismo internacional pode se valer de sua “máscara” de autoridade para interferir nas decisões de países, em prol de uma suposta universalidade da prática desportiva que, na verdade, só esconde a INGERÊNCIA deste órgão na soberania de países.

Inicialmente, em matéria divulgada no jornal de rua Destak de 30 de junho consta que a Fifa ameçou suspender a Federação Francesa de Futebol, caso o governo francês de fato interfira na sua gestão, intenção esta que teria sido cogitada pelo presidente do país Nicolas Sarkozy.

A respeito desta intenção, aliás, o presidente da Fifa Joseph Blatter declarou: “eles fizeram do futebol um assunto de Estado, mas o estatuto da Fifa não tolera interferência. Se isso persistir, a única coisa que nos resta é suspender a federação”.

Ora, mas que tipo de interferência é esta? Como uma Federação Internacional vem ameaçar um país para impedi-lo de regular as atividades de sua Federação nacional???

Não bastasse isso, a Fifa deu tambem um ultimato à Nigéria para que o país cancelasse a suspensão de dois anos de sua seleção, que havia sido decretada pelo presidente do país, Goodluck Jonathan ao proibir a  sua equipe nacional de participar de competições oficiais devido a seu fraco desempenho na Copa do Mundo da África do Sul.

Segundo o secretário-geral da entidade Jerome Valcke, “A Nigéria foi longe demais”. “Não podemos permitir que um governo decida que todas as seleções de um país não possam jogar nenhum torneio internacional”, “e se um país for contra nossos estatutos, vai contra todo o sistema do futebol, a pirâmide do futebol se destrói”.

“Curiosamente”, a Nigéria voltou atrás em sua decisão.

Na prática,  isso significa simplesmente que a FIFA pretende IMPEDIR a interferência na gestão do futebol por qualquer tipo de governo, o que é uma clara afronta à soberania dos países, já que cada federação de futebol está, da mesma forma que outras entidades, sujeita à legislação e as decisões do governo do Estado a que pertence.

A questão aqui é se esta ingerência da FIFA deve ou não prevalecer  sobre as  escolhas que um certo país decida tomar em prol de seus cidadãos, quanto mais da forma em que tem sido feita, que beira a ameaça.

Me parece claro que ações constragedoras deste órgão internacional devem ser melhor analisadas pela comunidade internacional, e devidamente rechaçadas no foro competente, de forma que a soberania dos países membros desta Federação seja respeitada.

Duas possibilidades para isso seriam o questionamento desta autoridade da Fifa junto ao Tribunal Internacional de Justiça simultaneamente por diversos países, em Haia, ou ainda a criação de uma outra Federação internacional, mais democrática e igualitária que este mastodôntico organismo do futebol.

Acredito que qualquer uma destas alternativas poderia se mostrar altamente viável para forçar a comunidade global a repensar a forma de agir atualmente em prática por esta federação internacional, em prol não apenas do futebol como tambem em respeito à justa relação multinacional entre países e organismos desta natureza.

E um questão muito importante: a Copa de 2014 está chegando, e será no Brasil. Será que deixaremos a Fifa ingerir nos contratos e nos procedimentos de segurança e de estrutura da Copa, afetando uma imensa quantidade de cidadãos? Fica a questão…

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Acaba o estoque de fogos de artifício em Porto Alegre…

Posted by Fabricio Pessoa em 3 julho, 2009

E o engraçado é que isso aconteceu por um motivo tão tosco quanto inesperado.

Esta semana Grêmio e Inter estavam em jogos decisivos, certo? Certo.

Pois bem, cada torcedor comprou fogos para celebrar a vitória do seu time (e tambem pra tirar um sarro do adversário caso ele perdesse em sua decisão).

O primeiro jogo foi entre Inter e Corinthians, na quarta, e com a derrota colorada os Gremistas soltaram muitos de seus fogos. “Sem problemas, a gente compra mais amanhã pra quando ganharmos do Cruzeiro”, pensou um torcedor gremista…

Mas eis que, no dia seguinte, também o Grêmio foi eliminado pelo Cruzeiro!!! E o que aconteceu? Os torcedores do Inter que não puderam usar seus fogos no dia anterior descarregaram seu estoque celebrando a queda do arqui-rival!!!

Moral da história: na impossibilidade de celebrar sua vitória, celebraram a derrota alheia pra não perder a viagem!!!

Sentimentos estranhos estes dos gaúchos, tsc tsc tsc… hehehehehe…

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